Óleo essencial e a Osmologia

Segundo a Osmologia, ciência que estuda os aromas, são oito os óleos essenciais mais importantes para a manutenção da saúde:

Alecrim, lemongrass, eucalipto, grapefruit, laranja, lavanda, melaleuca e ylang-ylang.

A ação terapêutica dos óleos se faz sentir através da massagem, inalação, banhos, pulverização, cataplasma, sauna, fricção e difusão.

Óleo essencial segundo a Química:

Óleo volátil, sem viscosidade, comumente composto por mais de 100 tipos de substâncias diferentes, representadas por moléculas de ácidos, cetonas, lactonas, óxidos, aldeídos, ésteres, fenóis, terpenos, éteres, cumarinas, dionas.

Óleo essencial segundo a botânica:

Os óleos essenciais são fornecidos pelas plantas aromáticas.

Observando a laranjeira, por exemplo, encontramos o óleo essencial em 3 fases de seu desenvolvimento. Primeiramente, ele se forma nas folhas. Nesta parte, sua função é evitar o ressecamento e protegê-las contra fungos, parasitas e insetos herbívoros. Na época da reprodução, uma parte do óleo anteriormente produzido nas folhas se transforma e é exalada pelas flores. O objetivo é atrair insetos polinizadores. Após a reprodução, aparecem os frutos. Nessa fase, o óleo é encontrado nas cascas e sua função é conservar o fruto.

Os óleos essenciais são produzidos em diversas partes dos vegetais, como raízes, folhas, cascas, frutos, flores, sementes e madeira.

Para sua extração, utiliza-se o órgão da planta onde se encontra a maior concentração de óleo e, portanto, suas melhores propriedades terapêuticas.

Óleos essenciais e a medicina

Os óleos essenciais ressurgiram para a Medicina Moderna, trazendo uma história de mais de 6000 anos. Amplamente utilizados pelas civilizações antigas, eles desempenharam, nos tempos modernos, um importante papel na descoberta de diversas drogas.

No Antigo Egito, os óleos mostraram seu grande poder conservante no embalsamento de múmias. Na época de Paracelso considerados a quintessência dos alquimistas foram amplamente utilizados na manipulação de medicamentos. Nas pestes da Idade Média, plantas aromáticas eram incineradas para desinfecção das casas de doentes. Hoje, os óleos essenciais continuam presentes no nosso dia a dia, no creme dental, em pomadas, na sauna, nos perfumes, como conservantes de alimentos, e em inúmeras outras aplicações.

Óleo essencial segundo a OSMOLOGIA

Ciência do olfato, a Osmologia estuda a captação das moléculas de odores pelos nervos olfativos e a resposta do sistema límbico sobre a memória, a sensação e o comportamento.

Os odores são capazes de influenciar o Homem em 3 níveis:

Mental: Através do despertar de memórias, eles estimulam o bem estar, o comportamento, a criatividade e as fantasias.

Emocional: evocam sensações como a excitação sexual, e as sensações agradáveis e desagradáveis provenientes de odores, as quais são capazes de alterar nosso humor e comportamento.

Fisiológico: desencadeiam reações bioquímicas no organismo. Por exemplo, cheiro de comida.

Publicado por naturopatasdobrasil

Comunidade Brasileira de Naturopatia. Notícias, tendências, divulgações científicas, saúde, bem-estar, beleza, sustentabilidade e ativismo social.

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