O segredo do sucesso na terapia floral

As essências florais do sistema de Bach podem ser usadas em vários contextos que requerem diferentes níveis de treinamento. Quando as flores de Bach são a principal ferramenta utilizada por um terapeuta em sua prática clínica, isso constitui um nível de uso que pode ser denominado terapia floral ou floroterapia. Nesse caso, além de um conhecimento teórico-prático do sistema floral, percebemos que é necessário o treinamento para a consulta. É de grande importância o desenvolvimento de certas habilidades e atitudes na entrevista para uso das flores. É muito comum que o terapeuta floral que está começando se perceba, após as primeiras entrevistas, “sem recursos” para continuar com a dinâmica que a profundidade de uma consulta comece a apresentar. As essências florais trazem emoções que podem ser tratadas com uma nova fórmula floral e também “sustentadas”, já que a consulta floral torna-se um espaço de contenção e de fala.

A terapia floral não é considerada um medicamento ou psicoterapia. No entanto, é importante ter em mente que o terapia floral, além de uma formação sólida, muito boa, precisa de desenvolver-se com especializações na consulta e ter muito cuidado para não invadir o trabalho de outros profissionais.

A condução profissional da consulta, relativa à terapia floral, vem atraindo cada vez mais interesse.

Visão clínica é o escopo do progresso na terapia. Por isso tem sido um dos  cursos mais procurados em nossa comunidade, dentro e fora do Brasil.

A prioridade no desenvolvimento para o curso sobre a condução da consulta na terapia floral veio dos questionamentos recorrentes dos profissionais com a seguinte constatação: “Sinto que estou sem os recursos para dar início ao trabalho após o curso” ou “Percebo que está tomando um caminho que preciso ter melhores condições de administrar durante a consulta”. Essas questões nos interessam muito, pois sempre queremos profissionalizar a metodologia de trabalho.

Reunindo as colaborações de colegas a nível mundial na terapia floral, percebemos que as perguntas comumente realizadas, tornavam a consulta com aparência de entrevista, onde qualquer formulário disponível na internet poderia ser usado para uma autoavaliação, com perguntas como:

-Você tem medos?
-Tem alguma dor crônica?
– Como é o seu relacionamento com as pessoas?
– O que você faz no seu tempo livre? – É rancoroso?
-Sente-se inferior aos demais?
-Tenta agradar a todos?
-É um sonhador?
– Desiste facilmente?
– Sente-se exausto?
– É indeciso?
-Sente-se culpado?
-Sente-se deprimido?
-É rancoroso?

Consideramos que essa forma seria um acesso facilitado à população em geral, assim como são usadas palavras-chave para a memorização sobre as características principais das flores. Entretanto, concluímos que a consulta feita por um especialista com boa formação, não poderia ficar restrita a esse formato.

Existem parâmetros de expressão, congruência, etapas na abordagem, escuta clínica, que removem o aspecto genérico e comum de um questionário.  A profissionalização da consulta mostra caminhos que proporcionam a fala do paciente e recursos para interpretações e registros desprovidos de envolvimento por parte do terapeuta floral.

Que informações devem ser coletadas nas primeiras consultas?

O preenchimento de dados pessoais e contatos já sabemos ser sempre a etapa inicial. E após a apresentação pessoal breve do terapeuta e no que consiste o tratamento, é dado o início da consulta em si.  Esse momento ocorre baseado em fala, escuta, percepção e registro.

A anamnese clássica, literalmente entendida como o processo de um exame clínico que se realiza por meio do interrogatório para identificar pessoalmente o indivíduo, conhecer seus males atuais, obter uma retrospectiva dele e determinar os elementos familiares, ainda tem alguns pontos específicos garantidos como registros de praxe.

Aprender a questionar o paciente e obter uma história clínica adequada requer um guia organizado e objetivo. Só assim se evita a elaboração de histórias ambíguas, superficiais, desorganizadas, artificiais e redundantes.

Isso não quer dizer que o paciente não seja questionado mas sim que não é apropriado fazer perguntas que quebram uma narrativa natural do que de fato acontece.

Nese ponto começam as dificuldades.

Há perguntas abertas e fechadas a serem feitas.

O que buscamos entender é do que sofre o paciente. O que acontece com ele é menos determinante do que como ele vivencia as experiências.

Saiba como se desenvolver na condução da consulta. Os cursos da Comunidade Brasileira de Naturopatia viabilizam maior performance profissional e a obtenção de melhores resultados.

Publicado por naturopatasdobrasil

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