Medicina energética

A medicina energética é um ramo da medicina integrativa que estuda a ciência das aplicações terapêuticas das energias sutis. Nós temos muitos aspectos que nos constituem e que não são físicos mas que trabalham com grande quantidade de informação. Para entender e tratar o ser humano em sua totalidade, as práticas atuais da medicina ocidental devem expandir os conceitos de cura para incorporar a Física na prática médica moderna.

Todos os nossos sistemas são intercomunicantes através de canais energéticos. Esses canais afetam as emoções e são afetados por elas. A impressionante força vital que nos anima pode potencializar os tratamentos da medicina regenerativa. A medicina energética tem como base a Física em vez da Bioquímica. Trabalha com formas sutis de energia conhecidas como chi ou prana que existem dentro e ao redor do corpo humano. Considera que que toda doença resulta de distúrbios nessa energia conhecida como biocampo humano. A Física conduz a Bioquímica. É o veículo. Tudo no organismo se comporta de acordo com as leis da Física que é estudo da energia. E o corpo humano é feito de energia. Toda a estrutura (células, sistemas, órgãos e  tecidos) trabalha graças à energia. O campo energético já é medido por equipamentos. Estes nos mostram que quando o fluxo natural de energia é obstruído, desordenado e esgotado, o corpo fica doente, sendo o fluxo contínuo e ininterrupto de energia através do biocampo que desempenha o papel principal na saúde e na cura. Isso explica a limitação de ação de muitos medicamentos. O método de aplicação da medicina energética leva em conta o uso da vibração mecânica (som) e radiação eletromagnética (luz) para afetar a saúde e a cura. Tratam-se de comprimentos de onda e frequências específicos e mensuráveis ​​para tratar pacientes. Como exemplos podemos citar o uso de lasers e pulsos magnéticos que são considerados terapêuticos.

Se você foi diagnosticado com uma doença, significa que ela já esta no campo físico. A bioquímica será usada na forma de medicamentos, mas a Biofísica não deve ser esquecida. Uma vez que não há diferença entre energia e matéria e todos os sistemas do ser humano, desde o nível atômico até o nível molecular, estão constantemente em ressonância geradora de movimento, sua doença não está apenas no campo físico. De tal forma que o campo sutil precisa ser tratado. Para isso são usados o toque humano e/ou dispositivos que avaliam esses campos de energia sutil, tratando-os e promovendo um estado de harmonia. A tecnologia usada na alopatia precisa se fundir à tecnologia usada na medicina energética. Dessa forma, pode haver uma expansão tanto no entendimento quanto numa maior utilização, trazendo benefícios à saúde e uma longevidade com autonomia física e mental para todos.

 
 




Publicado por naturopatasdobrasil

Comunidade Brasileira de Naturopatia. Notícias, tendências, divulgações científicas, saúde, bem-estar, beleza, sustentabilidade e ativismo social.

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